Dados pessoais
· Brasileiro.
· Nascido no dia 5 de novembro de 1927, em Pernambuco.
· Vem a falecer em 13 de junho de 1982, na Itália.
Formação
· Direito, Faculdade de Direito da Universidade do Recife.
Atividades didáticas
· Professor de Cenografia do Curso de Teatro da Escola de Belas Artes, da Universidade do Recife.
· Professor da Escola Superior de Desenho Industrial.
· Professor convidado do Philadelphia Museum School of Art.
· Conferências na Yale University e no Pratt Institute, Nova York.
· Seminário na Technische Hochschule da Universidade de Stuttgart.
Trabalhos publicados
· Aniki Babó. Recife: Ed. 0 Gráfico Amador, 1958. Trabalho gráfico 'ilustrado' por textos de João Cabral de Mello Neto.
· Doorway to Portuguese, em colaboração com Eugene Feldman. Philadelphia: The Falcon Press, 1957.
· Doorway to Brasília em colaboração com Eugene Feldman. Philadelphia: The Falcon Press, 1959.
· 1/8/16 A informação esquartejada. Rio de Janeiro: Ed. do Autor, 1971.
Trabalhos realizados
· Banco Central do Brasil - Padrão Monetário Brasileiro, 1967.
· Criação, desenvolvimento e gravação dos originais para produção das cédulas em Milão e Londres.
· Desenho e assessoria à produção das moedas de ouro, prata e níquel, comemorativas do Sesquicentenário da Independência.
· Desenho e assessoria à produção da moeda comemorativa dos 10 anos do Banco Central do Brasil.
· Coordenador do grupo de trabalho Banco Central/Casa da Moeda, para elaboração do novo padrão monetário, 1967.
Exposições coletivas
· II Bienal Museu de Arte Moderna de São Paulo, 1953.
· Salão Anual de Pernambuco, Recife, 1954.
· Salão Anual da Bahia, Salvador, 1955.
· III Bienal Museu de Arte Moderna de São Paulo, 1955.
· Salão Nacional de Arte Moderna, Rio de Janeiro, 1955.
· 150 Anos de Paisagem Brasileira, São Paulo, 1956.
· Museum of Modern Art (Recent acquisitions of the collection), Nova York, 1958.
· V Bienal Internacional de Litografia Contemporânea em Cor - The Cincinnati Art Museum, Cincinnati, 1958.
· XXX Bienal de Veneza, 1960.
Martin Júnior
José Izidoro de Martins Júnior nasceu no Recife, Pernambuco, no dia 24 de novembro de 1860, filho de José Isidoro Martins e de Francisca Emilia de Oliveira Martins.
Obteve o grau de bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito do Recife, em 1883. Foi jornalista, advogado, jurista, político, professor e poeta.
Fez concurso para professor da Faculdade de Direito, mas não pôde ser nomeado porque, sendo republicano, recusava-se a prestar juramento de fidelidade à monarquia. Só conseguiu o seu intento depois de proclamada a República, quando se tornou professor, exercendo também a diretoria da tradicional casa de ensino.
Obteve o grau de bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito do Recife, em 1883. Foi jornalista, advogado, jurista, político, professor e poeta.
Fez concurso para professor da Faculdade de Direito, mas não pôde ser nomeado porque, sendo republicano, recusava-se a prestar juramento de fidelidade à monarquia. Só conseguiu o seu intento depois de proclamada a República, quando se tornou professor, exercendo também a diretoria da tradicional casa de ensino.
Era considerado um republicano histórico. Defendeu o regime republicano numa época em que os políticos expressivos eram todos monarquistas que se filiavam a um dos dois grandes partidos: o Liberal e o Conservador. Daí as restrições que Martins Júnior sofreu durante muitos anos.
Participou do Centro Republicano e colaborou junto com Adelino Filho, Pardal Mallet e Artur Orlando na Revista do Norte e na Folha do Norte, publicadas nos anos de 1883 e 1884. Foi também colaborador de vários outros jornais e revistas recifenses como A América Illustrada; A Província; Correio da Noite, o primeiro diário noturno da cidade, do qual foi redator e também colaborador, sob o pseudônimo de Junio; A Opinião; Jornal da Tarde; Revista das Artes; Jornal do Recife, entre outros.
Defendeu, através do Jornal do Recife, a candidatura de Joaquim Nabuco para deputado por Pernambuco, pregando a abolição imediata da escravidão.
Como abolicionista e republicano, José Izidoro de Martins Júnior fundou, em 1888, o diretório republicano, que se destinava a incrementar as idéias da abolição e da república, criando para esse fim o jornal O Norte.
Foi um dos fundadores e depois patrono da Academia Pernambucana de Letras.
No início do século XX, transferiu-se para o Rio de Janeiro devido à pressões políticas, atuando como advogado e, por algum tempo, como Secretário do Governo do Estado, na presidência de Quintino Bocaiúva, seu companheiro de campanhas republicanas.
Foi eleito, em 1902, para a Academia Brasileira de Letras, ocupando a cadeira de número 13.
Escreveu, entre ouras obras: Vigílias literárias (versos, 1879) e O escalpelo: estudo crítico de política, letras e costumes, ambos em colaboração com Clóvis Beviláqua (1881); A poesia scientifica (1883); Retalhos, poesias (1884); Estilhaços, poesia (1885); Fragmentos juridico-philosophicos (1891); Tela polychroma (poesias, 1893); História do Direito nacional (1895); Compêndio da história geral do Direito (1898).
Martins Júnior faleceu no dia 22 de agosto de 1904, no Rio de Janeiro. Seu corpo foi trasladado para o Recife, sendo enterrado no Cemitério de Santo Amaro. Seu cortejo fúnebre foi acompanhado por um grande número de pessoas, como uma última homenagem ao grande pernambucano.
Participou do Centro Republicano e colaborou junto com Adelino Filho, Pardal Mallet e Artur Orlando na Revista do Norte e na Folha do Norte, publicadas nos anos de 1883 e 1884. Foi também colaborador de vários outros jornais e revistas recifenses como A América Illustrada; A Província; Correio da Noite, o primeiro diário noturno da cidade, do qual foi redator e também colaborador, sob o pseudônimo de Junio; A Opinião; Jornal da Tarde; Revista das Artes; Jornal do Recife, entre outros.
Defendeu, através do Jornal do Recife, a candidatura de Joaquim Nabuco para deputado por Pernambuco, pregando a abolição imediata da escravidão.
Como abolicionista e republicano, José Izidoro de Martins Júnior fundou, em 1888, o diretório republicano, que se destinava a incrementar as idéias da abolição e da república, criando para esse fim o jornal O Norte.
Foi um dos fundadores e depois patrono da Academia Pernambucana de Letras.
No início do século XX, transferiu-se para o Rio de Janeiro devido à pressões políticas, atuando como advogado e, por algum tempo, como Secretário do Governo do Estado, na presidência de Quintino Bocaiúva, seu companheiro de campanhas republicanas.
Foi eleito, em 1902, para a Academia Brasileira de Letras, ocupando a cadeira de número 13.
Escreveu, entre ouras obras: Vigílias literárias (versos, 1879) e O escalpelo: estudo crítico de política, letras e costumes, ambos em colaboração com Clóvis Beviláqua (1881); A poesia scientifica (1883); Retalhos, poesias (1884); Estilhaços, poesia (1885); Fragmentos juridico-philosophicos (1891); Tela polychroma (poesias, 1893); História do Direito nacional (1895); Compêndio da história geral do Direito (1898).
Martins Júnior faleceu no dia 22 de agosto de 1904, no Rio de Janeiro. Seu corpo foi trasladado para o Recife, sendo enterrado no Cemitério de Santo Amaro. Seu cortejo fúnebre foi acompanhado por um grande número de pessoas, como uma última homenagem ao grande pernambucano.
Achei bacana que vocês tenham feito essa pesquisa toda,m mas eu esperava encontrar as impressões de vocês sobre a viagem que fizeram e não apenas uma colagem dos sites escritos por outras pessoas!!!
ResponderExcluirMas ta bem feito...
prof. Alessandra